Seja protagonista da recuperação económica do país.

Invista na economia sustentável. É um bom negócio.

Portugal nunca precisou tanto das empresas como nos últimos anos. A elas se deve um contributo decisivo para a recuperação económica do país. Agora, há que enfrentar com a mesma resiliência e determinação os desafios da agenda europeia para 2020.
O sucesso e as boas práticas de sectores como os do calçado, têxtil e vestuário e energia, por exemplo, são um excelente incentivo para todos os agentes económicos portugueses. Porque de cada um de nós depende o esforço coletivo pelo crescimento e pelo emprego – dois objetivos essenciais à retoma da economia.

Seja protagonista da recuperação económica do país.

Invista na economia sustentável. É um bom negócio.

Portugal nunca precisou tanto das empresas como nos últimos anos. A elas se deve um contributo decisivo para a recuperação económica do país. Agora, há que enfrentar com a mesma resiliência e determinação os desafios da agenda europeia para 2020. O sucesso e as boas práticas de sectores como os do calçado, têxtil e vestuário e energia, por exemplo, são um excelente incentivo para todos os agentes económicos portugueses. Porque de cada um de nós depende o esforço coletivo pelo crescimento e pelo emprego – dois objetivos essenciais à retoma da economia.

Para os atingirmos, no entanto, há que colocar a competitividade e a sustentabilidade, lado a lado, no topo da lista dos nossos empresários e gestores. Conceitos como gestão sustentável, eco-inovação, eficiência energética, responsabilidade ambiental ou compromisso social devem ter tradução prática no dia-a-dia das empresas portuguesas. Mais do que ganhos de reputação, está em causa todo o ecossistema em que cada uma opera – da organização interna à pegada ecológica.

São essas as traves-mestras da cultura da sustentabilidade com que a AEP – Associação Empresarial de Portugal se comprometeu quando operacionalizou, ao longo dos últimos anos, uma série de projetos na área do ambiente e energia que ajudaram a autorregenerar dezenas de empresas nacionais.

No biénio 2014/2015, a AEP pretende ir mais longe e assumir-se como agregador das empresas portuguesas que estão disponíveis para reinventar processos, práticas, técnicas e até produtos, tornando-os compatíveis com a economia sustentável. É esse o sentido de uma nova família de projetos que aglutinou debaixo da marca eco4Portugal.

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